sexta-feira, 27 de dezembro de 2013


HOLLEN PARTE SETE

Ps.: O ano de 2013 está acabando e esta certamente será a última postagem do ano. Esse ano foi especial, com bastante trabalho! Agradeço a Deus pelas boas oportunidades e a todos que de uma forma ou de outra ajudaram. Um ciclo se fecha dando início a um novo período. Em 2013, fiz 10 anos de carreira. Uma década de muitos desafios, derrotas e inúmeras vitórias. Estou aos poucos pavimentando um dos meus antigos sonhos, o de escrever um livro. A cada parágrafo cresce a certeza de que tudo vai dar certo.
Segue abaixo um trecho de HOLLEN PARTE SETE

"Em plena queda-livre, tive que lutar para me desvencilhar dos ataques dos cães infernais, que não paravam, ignorando a situação extrema a que se submeteram. A fúria das feras só era contida pelos golpes que recebiam, fazendo com que fossem arremessados no vazio. Meu corpo estava bastante ferido, mas em pleno calor do combate, a dor não existia. Quando o último cão infernal foi expelido, virei para tentar me salvar. Abrindo as asas consegui ganhar certa resistência diminuindo a velocidade da queda. Encontrava-me muito perto da copa das árvores e tive apenas tempo para o reflexo de proteger o rosto. Neste momento desapareci, sendo engolido pela imensidão da selva. Os galhos acabaram impedindo uma queda direta. Cheguei ao solo com o corpo repleto de ferimentos. O sangue contido em minha pele fez com que as folhas e pequenos galhos grudassem. Tentei ficar de pé, em vão. Acabei me arrastando. Assim que cheguei a um local seguro, entre rochas e arbustos, voltei a me concentrar, tentando reencontrar Racä. Infelizmente sua energia deixou de ser percebida, indicando que o pior aconteceu. A energia de Moratus continuava sendo percebida, mas havia se deslocado. Aquele local me parecia seguro. Precisaria de um tempo para regenerar meus ferimentos. Com o fim do combate, tive que conviver com as dores causadas pelos ferimentos. Lembrei-me da poção mística e desejei sentir mais uma vez aquele aroma agradável. Minha consciência estava me deixando, até que a luz se foi, dando lugar à escuridão".

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